terça-feira, 21 de agosto de 2007

Parabéns Cunhado!

Como psicólogo que és, queria partilhar contigo o que vejo nesta imagem do famoso Teste de Rochard, para saber se estou no bom caminho ou se tenho um comportamento desviante que porventura me levará à Loucura:

Vejo nesta imagem: cavalos-marinhos, o bigode de um cowboy, um gold fish, a Torre Eiffel, o simbolo do Cancro, um soutien e duas tulipas.

Parabéns Cunhado!!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Duvida

Hoje no Chiado vi o filho quer dizer a filha, ou melhor o filha, aliás a filho…o coiso do Néné...

sábado, 18 de agosto de 2007

One Man Show

Estava na Estação de Metro Alvalade, quando entra um Dread: calção abaixo do rabo, T-shirt do 50 Cent, colar do 50 Cent, casaco de fato de treino branco (com o capuz na cabeça) e uns Ray Ban espelhados no rosto. Tinha aquele andar típico dos rappers americanos…calçava uns chinelos que demonstravam já algum cansaço. Estira-se no banco, em pose de Gangsta Rapper.
Não era um Rapper, mas era Gangsta.

Duas estações à frente, entram os Fiscais. O Primo não perde a pose.·Começa a rotina da apresentação dos títulos de viagem, fossem eles passes ou bilhetes. O Primo, com os pés no banco da frente, de braços cruzados, mantém a postura. Os fiscais aproximam-se...

Ao chegarem ao “nosso” Primo, os fiscais, pedem-lhe o respectivo bilhete e perante tal pedido eu e a plateia daquela carruagem de Metro fomos brindados com uma interpretação teatral fabulosa, digna de um Globo de Ouro. Ao melhor estilo do Fernando Mendes em Nós os Ricos. O tema da interpretação era: “Onde está o bilhete…que não comprei?”

Nisto, o Primo, apalpava bolsos, abria e fechava a carteira, olhava para debaixo do banco procurando o utópico bilhete e com a subtileza de um elefante numa loja de porcelanas, vai-se aproximando da porta, numa clara tentativa de fuga. O fiscal, que pesava pouco mais de 107 kg, facilmente entendeu o elaborado plano de fuga e quando o Primo tentou fugir, nem teve de se mexer…Já estava na porta.

Houve ainda um pequeno momento de tensão e alguns empurrões, mas o Primo, foi cercado por um grupo de fiscais que apareceram sabe-se lá de onde e a coisa rapidamente serenou. Foi convidado a sair do Metro e apresentada a consequente coima.

Moral da história: perante a adversidade, vale sempre a pena tentar fazer valer qualquer dote que tenhamos, seja ele o da interpretação teatral ou qualquer outro, mais que não seja para animar o pessoal. Eu diverti-me.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

En'clave

Passava um minuto das 19h48, quando o meu amigo Visgolho me telefonou. Nem por sombras imaginava o serão que iria ter…

Quase no fim de um turno calmo em que falei durante muito tempo sobre Fundos de Investimentos e as oscilações do mercado económico, sou presenteado com jantar admirável e uma sobremesa seis estrelas.

O mais curioso foi que o tempo em que nos decidimos sobre qual o restaurante a escolher foi o mais reduzido possível.

http://enclave.restaunet.pt/cozinha.asp. Aceitei de imediato.

Quando chegámos, a sala estava vazia e assim continuou, o que tornou as coisas bastante próximas da perfeição. A simpatia e simplicidade das pessoas que nos atenderam, logo à chegada, foram pontos a favor; a qualidade da Cachupa elevou a fasquia a um nível pouco habitual; o vinho estava à temperatura ideal e quando assim é qualquer Quinta de Cabriz ou Meia Encosta (o vinho escolhido por nós) rapidamente ganha traços de Cartuxa ou Barca Velha (permitam-me a hipérbole pois estou mesmo entusiasmado).

Voltando à qualidade da Cachupa, quero apresentar as minhas desculpas às minhas irmãs e ao meu irmão, mas foi uma das Cachupas mais bem confeccionadas que tive a oportunidade de comer, entenda-se alarvar.

De súbito, ouvimos uns acordes de Cavaquinho e de Guitarra em jeito de afinação e em menos de nada estávamos perante dois músicos que tocaram, entre outros, com Bana, Cesária Évora, Ildo Lobo, Mayra Andrade…, numa sala só para mim e para o mano Visgolho. Se a noite estava a ser perfeita tornou-se fascinante.

A primeira parte da sobremesa foi servida em versão acústica, só com guitarra e cavaquinho, a segunda com um vocalista que num tom familiar interpretou diversos temas num ambiente descontraído e familiar.

No fim privamos com os músicos e trocamos umas ideias num registo cliché, ainda como que cereja no topo do bolo.

Vai correr tudo bem mano Vesgo…

Parabéns à Mana Sissi

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

A Vida Foi Bela

As minhas férias ficaram marcadas na minha cabeça…
Não só pela quantidade de belas praias que tive a oportunidade de conhecer, a gastronomia fantástica, a boa disposição das pessoas que estiveram à nossa volta, como pelo grande escaldão que apanhei na minha careca.

Na véspera da partida de férias e de forma a estar o mais apresentavel possível, resolvo ir ao barbeiro. Vou ao meu quarto, abro a primeira gaveta da cómoda e retiro o meu cabeleireiro privado. Uma máquina de rapar a cabeça comprada numa loja oriental por 12.90 € (não lhe chamo loja do chinês para não ferir susceptibilidades). O corte corria de feição, até que decido acertar uns tufos que tinham escapado. Opto pela máquina de barbear, possuidora de um golpe mais rente. Na sequência de um deslize (a máquina de barbear cortou muito mais rente) e de maneira a minimizar os estragos, leia-se ficar com uma careca sem diferenças capilares, opto pela Gillete, ficando com um couro cabeludo reluzente e livre de pelosidade, o que se veio a revelar fatal.

Ao fim de três dias de praia e apesar da utilização de protector solar, abate-se sobre a minha careca um enorme escaldão que me acompanhou durante os dias de ócio estival. Era vê-lo nas praias da Arrifana, do Amado, de Odeceixe, da Amoreira…

Porém, estas férias foram também marcadas pelo meu abandono do Surf, com um palmarés absolutamente desconcertante: cerca de 8 dias consecutivos a tentar pôr-me de pé…e nada.

Perde-se uma estrela do Surf e ganha-se uma constelação no Long Board.

Numa das visitas a Odeceixe, questiono ao dono de uma Surf Shop se compravam pranchas em 2ª mão e se tinha alguma maior para venda, ao que ele respondeu que sim. Depois de lhe dizer que estava a aprender a surfar ele pediu que lhe mostrasse a minha prancha. Assim que ele viu a prancha, acabou rapidamente com as minhas esperanças de algum dia me tornar num Kelly Slater e numa pronúncia alentejana divertidissíma diz-me: “Alcidis… com esta prancha nunca mais te pões de péii!!”

Depois de algumas negociações, apresenta-me a Maria Vinagre, uma australiana de 2 metros, e foi amor à primeira vista. Em menos de nada já estava em cima dela…Aconteceu na praia do Amado. Aquilo que não consegui em oito dias consegui-o em duas horas..Foi muito bom. Tão bom que até valeu um cigarro no fim..

Nestas férias certifiquei-me que mulheres e compras são inseparáveis. Se nalgum momento pensei que a minha Bicha fosse diferente, tive a prova do contrário. Ela e a namorada do déspota, paravam em tudo o que era banca de venda ambulante. Se porventura nalgum sítio houvesse algum hippie a vender ossos mastigados por um dos seus cães, elas paravam e ficavam a admirar as capacidades regurgitadoras do canino.

Já nós, os homens, temos uma proximidade latente com tascas e minis…é como o complexo de Electra, mas em relação à cerveja.

Mas de forma a poder beneficiar de mais momentos como estes, já estou a trabalhar…não obstante, habituar-me-ia rapidamente ao estilo de vida dos meus ultimos doze dias.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Belle Époque

Terminaram 15 dias de umas férias fantásticas!
Neste momento o meu ritmo é lento, muito lento mesmo…Espero recuperar a dinâmica brevemente…Até lá, sigo devagarinho…