E eis que subitamente a vimos no chão do Santiago Alquimista…
A noite era de rock, Grunge para ser mais preciso.
Sound Garden, Stone Temple Pilots, Pearl Jam, Nirvana, Alice in Chains, Temple of the Dog, Smashing Pumpkins e eis que o DJ se lembra de Rage Against the Machine com o tema “Killing in the name of..”
Tal qual uma meia atirada para uma máquina de lavar em pleno momento de centrifugação, Catarina a Grande dá dois pulos e em menos de nada encontra-se de prostrada no chão cervejoso do Santiago Alquimista com treze braços predispostos a ajudá-la a levantar-se…
Talvez uma das mais caricatas quedas da história das pistas de dança…Porém, depois de longamente debatidas as causas da queda, estamos perante um enigma, pois tão depressa a vemos vibrar com o tema escolhido pelo Disc Jockey, como a vemos no azulejo molhado a pedir auxilio para se elevar à sua condição de bípede.
São 4h51…e a Catarina é a Rainha da Aldeia dela!
quinta-feira, 7 de junho de 2007
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Força Destruidora
Gostaria de partilhar uma dolorosa experiência Carnavalesca passada há muito tempo atrás, no Bairro da Prumo, vivida por mim e pelo Agente da Autoridade que Vive em Pecado com a Professora de Matemática (AAVPPM).
Aconteceu provavelmente no início dos anos noventa. Período esse, que por diversas circunstâncias, os nossos adereços carnavalescos eram dos mais invulgar possível, sendo que nesse ano decidimos vestir uns fatos de macaco, colocar umas meias opacas na cara, deixando apenas à mostra os nossos olhos pintados e partir para uma noite em que eu e o AAVPPM iríamos espalhar o terror pelas ruas da Moita.
Tinha sido um plano orquestrado minuciosamente e poucas seriam as pessoas a reconhecer-nos, o que se revelou fatal para as nossas aspirações pândegas. Ao final da tarde, rumei à casa do meu cúmplice e começámos a preparar-nos. Os fatos de macaco serviam-nos que nem luvas, as meias camuflavam-nos de forma perfeitamente irreconhecível e os olhos pintados, bem os olhos pintados era pura parvoíce. Estávamos prontos, mas a nossa noite resumir-se-ia a uns longos dois minutos, na entrada do prédio do AAVPPM, a sermos surrados por um vizinho.
Saímos de casa e pusemos logo em acção o nosso maquiavélico plano, ou seja assustar e gozar com meninas que nos conheciam mas que devido aos nossos disfarces ficariam inicialmente surpreendidas, revelando posteriormente a nossa identidade. O AAVPPM, morava no 7º andar e descemos de elevador. No hall do prédio, damos de caras com o Irdas, na altura, um tenaz praticante de Artes Marciais (Kick Boxing), hoje Engenheiro. Olhamos um para o outro e decidimos abrir uma excepção, pois estava estipulado que as nossas vítimas seriam apenas raparigas indefesas.
Artilhados com meias cheias de meias, começamos por atacá-lo pelas costas, desferrando duas Meiadas no seu torso, virando-se rapidamente para nós, como que em posição de combate…Ignoramos o sinal…saíram mais duas Meiadas direccionadas para a cabeça…O Irdas, não sabia quem nós éramos (apesar de nos conhecer desde muito pequenos) e não estava muito virado para a brincadeira…Defende as Meiadas com o braço, num gesto técnicamente perfeito (outro sinal ignorado) e desfere dois pontapés ou Low Kick’s na nossa zona púbica, deixando-nos sem respiração…Com as meias na cara, o ar era cada vez mais denso…a violência do pontapé deixou-nos sem forças para tirar as meias da cara de forma a que o castigo terminasse, o que fez com levássemos mais dois, desta vez nas canelas. A dor era terrível e nessa altura implorámos por misericórdia…O Irdas, depois dos KO’s lá nos reconheceu e aconselhou-nos a ir para casa, por entre sorrisos e palmadas nas costas, alegando que não gosta muito de surpresas..
Não sei se ele alguma vez chegou a participar em Campeonatos de Kick Boxing, mas no seu palmarés contam dois KO’s em menos de 3 minutos.
Quanto a nós, comprámos duas tortas da Dan Cake, dois Capri Sun's, subimos de elevador até ao 7º e vimos o Carnaval de Torres pela televisão, com gelo nas canelas.
Aconteceu provavelmente no início dos anos noventa. Período esse, que por diversas circunstâncias, os nossos adereços carnavalescos eram dos mais invulgar possível, sendo que nesse ano decidimos vestir uns fatos de macaco, colocar umas meias opacas na cara, deixando apenas à mostra os nossos olhos pintados e partir para uma noite em que eu e o AAVPPM iríamos espalhar o terror pelas ruas da Moita.
Tinha sido um plano orquestrado minuciosamente e poucas seriam as pessoas a reconhecer-nos, o que se revelou fatal para as nossas aspirações pândegas. Ao final da tarde, rumei à casa do meu cúmplice e começámos a preparar-nos. Os fatos de macaco serviam-nos que nem luvas, as meias camuflavam-nos de forma perfeitamente irreconhecível e os olhos pintados, bem os olhos pintados era pura parvoíce. Estávamos prontos, mas a nossa noite resumir-se-ia a uns longos dois minutos, na entrada do prédio do AAVPPM, a sermos surrados por um vizinho.
Saímos de casa e pusemos logo em acção o nosso maquiavélico plano, ou seja assustar e gozar com meninas que nos conheciam mas que devido aos nossos disfarces ficariam inicialmente surpreendidas, revelando posteriormente a nossa identidade. O AAVPPM, morava no 7º andar e descemos de elevador. No hall do prédio, damos de caras com o Irdas, na altura, um tenaz praticante de Artes Marciais (Kick Boxing), hoje Engenheiro. Olhamos um para o outro e decidimos abrir uma excepção, pois estava estipulado que as nossas vítimas seriam apenas raparigas indefesas.
Artilhados com meias cheias de meias, começamos por atacá-lo pelas costas, desferrando duas Meiadas no seu torso, virando-se rapidamente para nós, como que em posição de combate…Ignoramos o sinal…saíram mais duas Meiadas direccionadas para a cabeça…O Irdas, não sabia quem nós éramos (apesar de nos conhecer desde muito pequenos) e não estava muito virado para a brincadeira…Defende as Meiadas com o braço, num gesto técnicamente perfeito (outro sinal ignorado) e desfere dois pontapés ou Low Kick’s na nossa zona púbica, deixando-nos sem respiração…Com as meias na cara, o ar era cada vez mais denso…a violência do pontapé deixou-nos sem forças para tirar as meias da cara de forma a que o castigo terminasse, o que fez com levássemos mais dois, desta vez nas canelas. A dor era terrível e nessa altura implorámos por misericórdia…O Irdas, depois dos KO’s lá nos reconheceu e aconselhou-nos a ir para casa, por entre sorrisos e palmadas nas costas, alegando que não gosta muito de surpresas..
Não sei se ele alguma vez chegou a participar em Campeonatos de Kick Boxing, mas no seu palmarés contam dois KO’s em menos de 3 minutos.
Quanto a nós, comprámos duas tortas da Dan Cake, dois Capri Sun's, subimos de elevador até ao 7º e vimos o Carnaval de Torres pela televisão, com gelo nas canelas.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Marlene
Ela já não aparece há algum tempo e com quase 100% de certeza, sou capaz de afirmar que não a voltarão a ver. Falo-vos de Marlene. O Alter-Ego da minha Bicha, que surgia apenas em noites de Vodka, onde distribuía bofetadas por entre amigos e amigas e dominava o seu corpo e a sua mente. O seu olhar era diferente e o seu metro e cinquenta e pouco, aumentava para quase dois metros, o cabelo alvoraçava-se, a voz ficava mais grossa…Um verdadeiro fenómeno de Gigantismo.
Uma das últimas vezes que aconteceu, tive a oportunidade de presenciar a Metamorfose. Estávamos na Discoteca Ouriço na Ericeira, em noite de Reveillon.
O jantar foi óptimo, o grupo de amigos estava divertido e o ambiente era de folia como em qualquer noite de Passagem de Ano.
Entre um bar e o outro fomos bebendo ao ritmo da noite. É então que decidimos ir bater um pézinho de dança. A única alternativa era esse mítico lugar, o Ouriço, uma das mais antigas discotecas de Portugal, habituadas a lidar com todos o tipo de clientes, todavia, presumo que nos seus quase 50 anos de existência, nenhum dos seus gerentes experiênciou uma situação tão aterradora com a daquele pobre coitado que nessa altura geria o espaço dançante.
Já estávamos no interior da discoteca e movíamos como fantasmas ao ritmo da música. A minha Bicha, decide ir beber uma cerveja, ao que concordo e sigo-a em direcção ao Balcão. Pede duas cervejas. Eu, estou posicionado atrás da minha Bicha. A barmaid apresenta a conta do nosso pedido. Naturalmente, a minha Bicha manifesta a intenção de efectuar o pagamento com o seu cartão de débito, sendo-lhe dada a resposta de que não tinham Terminais de Pagamento Automático.
1º Sintoma de Metamorfose – os seus olhos verdes, tornam-se vermelhos
Sorri e afavelmente repete que não tem dinheiro e que pretende pagar com o cartão. A empregada volta a dizer que só aceitam dinheiro.
2º Sintoma de Metamorfose – o Cabelo começa a eriçar-se
A minha Bicha, questiona a empregada do motivo pelo qual, numa noite de Passagem de Ano não têm o sistema a funcionar para permitir o pagamento com cartões, mas a resposta não é satisfatória e pede para chamar o Gerente e que traga já o Livro de Reclamações.
3º Sintoma de Metamorfose – a voz ganha um tom mais forte e o volume, que habitualmente é baixo, sobe substancialmente.
Eu, sem dizer uma palavra, estava absolutamente estático. Surge-nos então um Gerente, com quase dois metros, muito snifado, com ar de pintas, sem saber ao que vinha.
A Metamorfose – os membros inferiores e superiores como que por magia, começam a crescer desenfreadamente, atingindo quase os dois metros de altura.
Sem deixar o Gerente falar, a minha Bicha começa a debitar palavras a um ritmo alucinante. Eu não me recordo do que foi dito, apenas presenciei um Gerente de dois metros a mirrar e a minha Bicha a crescer e a esbracejar.
Já no seu tamanho e estado normal, a minha Bicha diz-me:”Hoje não pagamos nada aqui!”
Sempre que íamos ao Bar, o Gerente servia-nos atenciosamente e como os Terminais de Pagamento Automáticos estavam fora de serviço, sorria timidamente olhando para minha Bicha.
Uma das últimas vezes que aconteceu, tive a oportunidade de presenciar a Metamorfose. Estávamos na Discoteca Ouriço na Ericeira, em noite de Reveillon.
O jantar foi óptimo, o grupo de amigos estava divertido e o ambiente era de folia como em qualquer noite de Passagem de Ano.
Entre um bar e o outro fomos bebendo ao ritmo da noite. É então que decidimos ir bater um pézinho de dança. A única alternativa era esse mítico lugar, o Ouriço, uma das mais antigas discotecas de Portugal, habituadas a lidar com todos o tipo de clientes, todavia, presumo que nos seus quase 50 anos de existência, nenhum dos seus gerentes experiênciou uma situação tão aterradora com a daquele pobre coitado que nessa altura geria o espaço dançante.
Já estávamos no interior da discoteca e movíamos como fantasmas ao ritmo da música. A minha Bicha, decide ir beber uma cerveja, ao que concordo e sigo-a em direcção ao Balcão. Pede duas cervejas. Eu, estou posicionado atrás da minha Bicha. A barmaid apresenta a conta do nosso pedido. Naturalmente, a minha Bicha manifesta a intenção de efectuar o pagamento com o seu cartão de débito, sendo-lhe dada a resposta de que não tinham Terminais de Pagamento Automático.
1º Sintoma de Metamorfose – os seus olhos verdes, tornam-se vermelhos
Sorri e afavelmente repete que não tem dinheiro e que pretende pagar com o cartão. A empregada volta a dizer que só aceitam dinheiro.
2º Sintoma de Metamorfose – o Cabelo começa a eriçar-se
A minha Bicha, questiona a empregada do motivo pelo qual, numa noite de Passagem de Ano não têm o sistema a funcionar para permitir o pagamento com cartões, mas a resposta não é satisfatória e pede para chamar o Gerente e que traga já o Livro de Reclamações.
3º Sintoma de Metamorfose – a voz ganha um tom mais forte e o volume, que habitualmente é baixo, sobe substancialmente.
Eu, sem dizer uma palavra, estava absolutamente estático. Surge-nos então um Gerente, com quase dois metros, muito snifado, com ar de pintas, sem saber ao que vinha.
A Metamorfose – os membros inferiores e superiores como que por magia, começam a crescer desenfreadamente, atingindo quase os dois metros de altura.
Sem deixar o Gerente falar, a minha Bicha começa a debitar palavras a um ritmo alucinante. Eu não me recordo do que foi dito, apenas presenciei um Gerente de dois metros a mirrar e a minha Bicha a crescer e a esbracejar.
Já no seu tamanho e estado normal, a minha Bicha diz-me:”Hoje não pagamos nada aqui!”
Sempre que íamos ao Bar, o Gerente servia-nos atenciosamente e como os Terminais de Pagamento Automáticos estavam fora de serviço, sorria timidamente olhando para minha Bicha.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
domingo, 3 de junho de 2007
Linguística Comparada
CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA
CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA
Mas estes clientes não sabem que não sei falar Esquisito?
CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA CARDENETA
Mas estes clientes não sabem que não sei falar Esquisito?
sábado, 2 de junho de 2007
Neo-Provincianismo
Possuidor de um linguajar invulgar, este personagem é responsável por muitos jantares mal comidos, devido às congestões de gargalhadas. Recentemente promovido à condição de pai, esta personagem é rica em histórias mirabolantes que apesar de já as termos ouvido por vezes sem conta, nunca perdem a piada. O facto de ter chegado à paternidade conferiu-lhe uma nova aura, afirmando ininterruptamente que o seu filho é igual a ele.
Curiosamente, existe uma forte ligação de amizade entre ele e o Déspota que habita o n.º 21 da Damasceno Monteiro, uma vez que passaram férias, durante vários anos no Sul de Espanha, por alturas em que o Déspota usava uma Poupa e um Blusão Duffy que nunca tirava, e que a Velhinha (denominação facultada amavelmente pelo Déspota) chamemos-lhe assim, usava Botas de Almeirim para impressionar nuestras irmanas.
Deixo-vos com algumas citações deste filósofo provinciano, natural de um dos mais ermos pontos do Distrito de Setúbal, o Penteado:
- Ela dá-me uma tesão que até me encaracola as unhas dos pés..
- Vou para casa fazer o Número do Morto..” para os menos esclarecidos trata-se da básica necessidade de…dormir
- Chove tanto que até os cães bebem água de pé..
- Está tanto calor, que dá para assar frangos na rua..
- Vamos embora s’imbora que a menina é linda e tem dois olhinhos..
- Tou com uma moca que pareço um coelho..
Podem não acreditar, mas o Penteado é a localidade onde se desenvolveu aquilo em que em Filosofia se chama de Neo-Provincianismo.
Curiosamente, existe uma forte ligação de amizade entre ele e o Déspota que habita o n.º 21 da Damasceno Monteiro, uma vez que passaram férias, durante vários anos no Sul de Espanha, por alturas em que o Déspota usava uma Poupa e um Blusão Duffy que nunca tirava, e que a Velhinha (denominação facultada amavelmente pelo Déspota) chamemos-lhe assim, usava Botas de Almeirim para impressionar nuestras irmanas.
Deixo-vos com algumas citações deste filósofo provinciano, natural de um dos mais ermos pontos do Distrito de Setúbal, o Penteado:
- Ela dá-me uma tesão que até me encaracola as unhas dos pés..
- Vou para casa fazer o Número do Morto..” para os menos esclarecidos trata-se da básica necessidade de…dormir
- Chove tanto que até os cães bebem água de pé..
- Está tanto calor, que dá para assar frangos na rua..
- Vamos embora s’imbora que a menina é linda e tem dois olhinhos..
- Tou com uma moca que pareço um coelho..
Podem não acreditar, mas o Penteado é a localidade onde se desenvolveu aquilo em que em Filosofia se chama de Neo-Provincianismo.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
O Verão está á espreita
Creio e tenho como ideia ser este tema algo fortemente discutido, o Verão. Porém não posso deixar de manifestar o que me vai na alma nesta altura do ano e em particular nos meses ditos de Sol intenso.
Dirijo-me a todos, amigos e amigas mas em especial a voçês companheiros, jovens, lutadores, sofredores, enfim os Homens. De modo algum quero tornar isto num qualquer manifesto ou algo de semelhante conotação. Quer seja ela de cariz machista ou não. Assim sendo, coloco a questão no ar. - A todos pergunto:
Será justo para um Homem(de toda a espécie e raça), ter que suportar a pura tortura de ver e lidar com a beleza bronzeada(ou não) desses corpos femininos que deambulam nas Callles das nossas cidades. Os decotes insinuados, os ombros de pele macia, os umbigos (sem pêlo) com o se peircing brilhante, as barriguinhas maravilhosas........... É JUSTO!!! É JUSTO!!!
Provavelmente algumas das senhoras dirão neste momento, lá está aquele tarado a divagar...... a essas responderei que Tarado não sou, pois mesmo com este olhinho que me resta direi que apenas sou bom observador.
Quanto a vocês meus caros amigos homens, sei bem o que vos vai na alma pois não haverá remédio que nos cure, mas por certo encontraremos sempre um bom antibiótico.
Dirijo-me a todos, amigos e amigas mas em especial a voçês companheiros, jovens, lutadores, sofredores, enfim os Homens. De modo algum quero tornar isto num qualquer manifesto ou algo de semelhante conotação. Quer seja ela de cariz machista ou não. Assim sendo, coloco a questão no ar. - A todos pergunto:
Será justo para um Homem(de toda a espécie e raça), ter que suportar a pura tortura de ver e lidar com a beleza bronzeada(ou não) desses corpos femininos que deambulam nas Callles das nossas cidades. Os decotes insinuados, os ombros de pele macia, os umbigos (sem pêlo) com o se peircing brilhante, as barriguinhas maravilhosas........... É JUSTO!!! É JUSTO!!!
Provavelmente algumas das senhoras dirão neste momento, lá está aquele tarado a divagar...... a essas responderei que Tarado não sou, pois mesmo com este olhinho que me resta direi que apenas sou bom observador.
Quanto a vocês meus caros amigos homens, sei bem o que vos vai na alma pois não haverá remédio que nos cure, mas por certo encontraremos sempre um bom antibiótico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)